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ESTRUTURA ORGÂNICA
Gestão do Risco em Crises Ambientais 
 
 O Planeta Terra tem sofrido ao longo dos anos alterações que despoletaram mudanças climáticas. As causas destas alterações podem ser naturais ou antropogénicas. As causas naturais resultaram em alterações do equilíbrio energético da atmosfera (alteração da luminosidade do sol, variações dos parâmetros que definem a órbita terrestre). As alterações de causa antropogénica  resultam da alteração da composição da atmosfera, em especial no respeitante ao efeito de estufa (desequilíbrio entre o vapor de água, CO2, metano e outros gases que absorvem a radiação solar e irradiam a infravermelha).

 Porém, nos últimos tempos, os desastres /catástrofes naturais (cheias, terramotos, tempestades, deslizamento de terras, erupções vulcânicas, incêndios florestais, etc.) têm surgido com impacto directo e indirecto sobre a vida humana além de outros prejuízos com elevadíssimo custo.

A protecção da saúde da população é um dos objectivos da Saúde Pública, por tal e atendendo aos factores de risco ambientais que, cada vez mais, afectam o seu bem estar, compete-nos fazer a adequada gestão do risco, nos seus vários passos: identificação, avaliação, mitigação e adaptação.

Embora os fenómenos que causam desastre sejam, na maioria, imprevisíveis, devemos esforçar-nos por desenvolver capacidade na gestão de desastres, ou seja, prevenir a ocorrência de uma catástrofe, mitigar as perdas, prepararmo-nos para lidar com as consequências, alertar sobre a presença do risco, responder à emergência e recuperar dos efeitos do desastre.


A abordagem da Saúde Pública na gestão do risco, com vista à redução da vulnerabilidade da comunidade, desencadeará:

- Medidas de prevenção e de mitigação,

- Envolvimento e participação activa da população.


Surge, desta forma, como fundamental a intervenção das Autoridades de Saúde  em articulação com outras entidades, em particular os Municípios e órgãos de Protecção Civil, concertando as suas competências e acções, bem como a informação/formação da população, contribuindo para desenvolver a percepção do risco das comunidades, tornando-as mais participativas e preparadas para o exercício da cidadania.


Os Serviços de Saúde, em particular os de Saúde Pública, deverão:

- Articular o atendimento aos problemas de Saúde da população;

- Prevenir a ocorrência de doenças e surtos provocados pelo consumo de água e alimentos contaminados;

- Avaliar a possível deterioração dos medicamentos;

- Consolidar o controlo epidemiológico das doenças que reflectiram um aumento das taxas de morbilidade e mortalidade no período do desastre;

- Vigiar a proliferação de insectos e roedores no decurso do desastre,

- Elaborar e divulgar notas técnicas específicas para a prevenção em Saúde Pública.


A Autoridade de Saúde, em suma deve perceber-se as Necessidades em Serviços (dos sem abrigo, dos afectados e da própria área global afectada). As repercussões das catástrofes na Saúde Ambiental têm efeitos predominante sobre aspectos tais como: alojamento, alimentação, água, controlo de insectos e roedores, esgotos, resíduos sólidos e radiações.


Para melhor esclarecimento convidamos o leitor a visualizar o PDF sobre esta temática - PDF

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